Ramos-Horta partiu hoje para a Guiné, para assumir o cargo de representante das Nações Unidas em Bissau.
Um país que ainda vive os resquícios do golpe de Estado de Abril do ano passado, que depôs o regime de Carlos Gomes Júnior.
Quase um ano depois Portugal – assim como grande parte da comunidade internaciona l- ainda não reconheceu o governo de transição, mas o antigo presidente de Timor Leste e Nobel da paz acredita na normalização das relações entre Lisboa e Bissau.